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MACHU PICCHU: quanto custa conhecê-lo?

MachuPicchu

Imagine uma cidade “escondida” no centro de uma montanha e rodeada por picos. Poderíamos até pensar que essa é a descrição de um forte de guerra, mas a realidade está muito longe disso: o cenário em questão é Machu Picchu, a cidadela do Império Inca que, em seu auge, ocupava o território que, hoje, é referência de três países: Peru, Chile e Colômbia.

Se hoje Machu Picchu se tornou um dos maiores pontos turísticos do mundo, enquanto existiu ela tinha ares de cidade secreta, quase perdida, uma vez que só seus habitantes sabiam de sua localização.

Isso dificultou bastante a chegada do homem branco europeu ao território, durante a colonização das Américas. Foi só em 1911, através dos estudos do arqueólogo Hiram Bingham, que Machu Picchu finalmente se apresentou ao resto do mundo.

E toda essa aura de mistério movimenta milhares de turistas por ano rumo ao Peru, para conhecer de perto essa cidade cheia de energias ocultas e belíssimas paisagens.

Como chegar a Machu Picchu?

Uma coisa é certa: não há a menor possibilidade de chegar a uma terra que ficou intocada por anos sem um pouco de aventura no roteiro. Por isso, não espere que a viagem seja fácil – mas alegre-se por ver o pote de ouro ao final do arco-íris. Esse é um destino que realmente vale a pena.

A principal forma de chegar próximo à cidade é de avião, descendo em Lima, capital peruana, ou Cusco, cidade que é considerada a capital do povo Inca. Enquanto na primeira opção você terá boas experiências com o turismo mais urbano, na segunda você encontra muitas referências históricas – inclusive relacionadas à Cidade Perdida dos Incas, que é Machu Picchu.

É interessante incluir uma dessas duas paradas no roteiro para deixa-lo mais interessante e motivador, já que o turista leva um tempinho até chegar no destino final.

Outra forma bacana de chegar até Machu Picchu – e que agrada muito aos mochileiros de plantão – é pela Bolívia, tendo como meio de transporte o Trem da Morte. Essa é uma das opções mais baratas, mas viável apenas para quem pode disponibilizar de vários dias entre uma cidade e outra para completar o passeio de trem.

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Onde ficar em Machu Picchu?

Como estamos falando de uma cidade perdida, fica subentendido que, nela, não dá para achar muitos hotéis…

… a verdade é que há apenas um hotel perto do sítio arqueológico de Machu Picchu, mas essa não é a opção mais interessante, uma vez que muitas pessoas reclamam que o atendimento e a hospedagem não são de qualidade.

O jeito, então, é ir para o vilarejo vizinho de Águas Calientes, que fica a vinte minutos de ônibus de Machu Picchu e tem opções melhores. Há algumas opções mais longe, como a cidade de Ollantaytambo, que fica a duas horas de trem do sítio arqueológico, e Cusco, que fica a três horas de trem.

Em todas essas cidades as opções vão desde os albergues para os mochileiros até hotéis cinco estrelas, e a melhor opção de estadia tem que ir de encontro ao objetivo de cada um em Machu Picchu. Se você não tiver apego ao conforto do hotel, e quiser curtir mais os passeios do que o quarto, vai conseguir boas hospedagens nos vilarejos vizinhos.

 
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Dicas gerais sobre Machu Picchu

– Evite viajar entre novembro e março, pois o período é de chuvas no parque arqueológico;

– Dito isso, junho e julho são os melhores meses para visitação, em termo de clima bom;

– Para evitar ser irritado por pernilongos, lembre-se de levar repelente;

– Não planeje apenas conhecer o complexo para tirar fotos: fique pelo menos seis horas, pois o parque arqueológico tem templos, casas e ruínas que contam histórias inesquecíveis sobre o povo Inca;

– E, se conseguir, faça todos os tours com um guia, que vai te explicar todo o parque em detalhes;

– Como a cidade está inabitada há muitos anos, assim como não tem hotel, lá também não tem restaurante – e, nas proximidades, as lanchonetes custam caro. Por isso, leve água e lanche com você.   

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Quanto custa viajar para Machu Picchu?

Respondendo à pergunta do título desse artigo, tudo vai depender do pacote que você fechar: até onde irá de avião, até onde irá de trem, onde pretende ficar e quantos passeios quer fazer.

Para melhorar a sua expectativa financeira, leve em consideração em 1 Novo Sol, moeda peruana, é equivalente a 1 real. Isso significa que os preços das coisas, por lá, estão muito próximos à realidade dos brasileiros – mas alguns passeios podem ser cobrados em dólar.

Para economizar na compra das passagens aéreas, faça a cotação no site da 123Milhas dos voos saindo da sua cidade rumo tanto a Lima quanto Cusco ou La Paz, na Bolívia, que pode te dar uma boa alternativa.

Lembre-se de levar no bolso um troco extra para os presentes: o artesanato peruano com certeza vai te fazer querer gastar muito dinheiro!

 

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